Creio que ainda a atividade de teste sofre com problemas de vocabulário, pois quando se está em reuniões de trabalho discutindo-se teste de software, é uma festa! Cada um tem seu próprio termo para ser usado dado um determinado conceito de teste. Para contribuir com a melhoria do vocabulário utilizado na área de testes, segue abaixo as quatro fases dos testes de software:

Teste Unitário

É também conhecido como teste de unidade, e tem o objetivo de testar as menores unidades de software desenvolvidas ( pequenas partes, unidades do sistema ou uma classe).

Em sistemas orientados a objetos o foco desse tipo de teste são os métodos dos objetos ou mesmo pequenos trechos de código, visando encontrar falhas de funcionamento dentro de uma pequena parte do sistema funcionando independentemente do todo.

É considerada uma das fases mais importante dos testes, já que se procura identificar bugs na menor unidade de software possível, o mais cedo possível, se traduzindo em uma excelente estratégia para se obter um software de melhor qualidade

Teste de Integração

Nesta fase o objetivo é encontrar falhas provenientes da integração interna dos componentes de um sistema. Os tipos de falhas encontradas são de envio e recebimento de dados.

Por exemplo, um objeto A pode estar aguardando o retorno de um valor X ao executar um método do objeto B. Entretanto este objeto B pode retornar um valor Y, desta forma gerando uma falha.

Não faz parte do escopo dessa fase de teste o tratamento de interfaces com outros sistemas (integração entre sistemas). Essas interfaces são testadas na fase de teste de sistema
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Teste de Sistema

Tem o objetivo de executar o sistema sob ponto de vista de seu usuário final, buscando identificar falhas nas funcionalidades do sistema. Os testes são executados em condições similares  de ambiente, interfaces sistêmicas e massas de dados – àquelas que um usuário utilizará no seu dia-a-dia de manipulação do sistema.

Teste de Aceitação

É um teste conduzido por usuários finais do sistema. São realizados, geralmente, por um grupo pequeno de usuários do sistema, que simulam operações de rotina do sistema de modo a verificar se seu comportamento está de acordo com os requisitos do sistema. para permitir ao cliente determinar se aceita ou não o sistema.  Pode incluir testes funcionais, de configuração, de recuperação de falhas, de segurança e de desempenho.